2019 está a chegar e, consigo, aquela altura do ano em que revemos mentalmente tudo o que aconteceu nos últimos 365 dias e começamos a delinear a estratégia para ultrapassar, da melhor maneira, o ano que se segue. Para mim, 2018 foi um ano que soube a um murro no estômago, seguido de um carinhoso cafuné. Foi um ano confuso, emocionalmente catastrófico, mas, fazendo bem as contas, teve um saldo bastante positivo.
Em suma, ultrapassei a POC, mudei
de casa, de vida, passei bons momentos com a minha famÃlia e com os meus amigos,
quebrei vários dos meus limites pessoais, e criei um blog que, de alguma
maneira, me permitiu ajudar e chegar a várias pessoas. Por outro lado, gerir
uma casa sozinha e ter o coração de uma adolescente apaixonada (com bastante necessidade
de atenção), foram factos que me ofereceram um ano carregado de choradeiras e crises
de desespero – principalmente nas últimas semanas. Mas, no fundo, acabam por
ser estas as experiências que me ensinam alguma coisa e me dão um maior estofo emocional.
É, também, nesta altura, que revemos
as listas das nossas resoluções para o novo ano, que fizemos no passado dia 31
de Dezembro, e chegamos à conclusão de que quase nada cumprimos. Pelo menos é este
o meu caso.
No final de 2017 decidi:
No final de 2017 decidi:
- Ler mais livros (acho que não
li um único livro este ano);
- Chegar ao peso com que estava
antes do tratamento (não podia ser uma realidade mais distante);
- Escrever um artigo (meio escrito
está, vá);
- Criar um canal de covers (pelo
menos, cumpri alguma coisa e por mero acaso).
Com a contagem decrescente para o
novo ano, o que me proponho para 2019 é:
- Não ter planos. Deixar a vida
acontecer e aproveitá-la da melhor maneira possÃvel.
- Não ter medos. Lutar por aquilo
que quero realmente.
- Ser mais eu. Não me importar com
o que pensam de mim, não querer estar nas boas graças de todos e deixar a máscara
de lado. A verdade é que são poucas as pessoas me conhecem realmente.
- Dedicar-me mais ao que gosto de
fazer. Porque, no final de contas, o que importa é sermos o mais feliz possÃvel
com as pequenas coisas da vida.
2019 vai passar a voar, como 2018. Vai ser, apenas, mais um ano e, desta vez, não vou pôr pressões em nada. É melhor assim. Este último ano bati de cara no chão muitas vezes mas, o melhor remédio, foi sempre levantar e seguir caminho.
Finalmente, espero que tenham tido um feliz 2018 e que 2019 seja ainda melhor. Que sejam a melhor versão de vocês mesmos.
Para a Ana de 2019, deixo apenas estas notas:
Finalmente, espero que tenham tido um feliz 2018 e que 2019 seja ainda melhor. Que sejam a melhor versão de vocês mesmos.
Para a Ana de 2019, deixo apenas estas notas:
- “Se as pessoas te tratam como
se não quisessem saber, acredita nelas”. Se alguém te ignora propositadamente, se
não há retorno, põe essa pessoa de lado. As pessoas que gostam de ti vêm ter
contigo por vontade própria, não porque impões a tua presença na vida delas.
- As coisas mudarem não é uma coisa
má. Pode, até mesmo, ser o melhor que pode acontecer.
- Sê mais sincera, com os outros e contigo.
- Sê mais sincera, com os outros e contigo.
- Só dependes de ti, de mais ninguém.











































